Mauricio Silva

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Diretor de Arte Publicitário com mais de 30 anos de experiência, ilustrador e fundador de Mauricio Design.

Mauricio Oliveira Jr.

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Diretor de Criação Jornalista diplomado pela UFRN, designer gráfico, ilustrador e escritor.

Shirley Oliveira

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Administrativo e Financeiro Zootecnista por formação, publicitária por paixão.

Thúlio Rêgo

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Atendimento Publicitário graduado na UnP, vencedor de dois prêmios nacionais no EXPOCOM.

Rafael

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Criação e Arte Final Designer gráfico técnico formado pelo SENAC-RN

Mateus de Brito Oliveira

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Arte Final Estagiário do setor de arte final.

A batalha (eterna?): Corel Draw x Adobe Illustrator

19 de novembro 2011 Imagem do post

"Senhor, desculpa, mas a gente só trabalha com Corel".

Esta cena era até comum em qualquer empresa que trabalhasse na área gráfica no Brasil até meados dos anos 2000, porém, a sitação vem mudando. Hoje, o campeão tupiniquim de audiência Corel Draw vem perdendo espaço para o irmão vetorial do famoso Photoshop: o Adobe Illustrator.

O Illustrator surge no ano de 1985 e o canadense Corel Draw em 1988, numa época em que a editoração eletrônica ainda estava engatinhando no mundo e os gráficos estavam limitados a monitores monocromáticos e pequenos, cabendo ao profissional ter um pré-conhecimento de bureaus de pré-impressão para garantir a qualidade da peça produzida.

Mas além dos dois, este universo de softwares gráficos também foi (e ainda é) colonizado por outros programas: Inkscape, Sodipodi e o mais famoso Macromedia FreeHand, descontinuado em 2005 após a empresa ser comprada pela Adobe.

Com o aumento da quantidade e especialização de profissionais da área em paralelo à evolução e popularização dos hardwares e softwares, um deles largou na frente: o Corel Draw. O motivo? Simples: a popularização do PC/windows em nosssas terras e a facilidade ede uso. Já o illustrator (Ai) nasceu na plataforma Apple, que sempre foi mais cara e exclusiva, por isso a disseminação do Corel foi muito maior no início dos anos 90.

Além de ser encontrado mais fácil, o Corel Draw tem uma interface mais convidativa, que ajuda no aprendizado mesmo que se trate de algum autodidata, e oferece algumas ferramentas que simplifica a utilização. Porém, se o profissional precisa executar um efeito mais avançado ou fechar um arquivo com mais facilidade, o Illustrator é ideal. O software da adobe tem sincronização perfeita com o Photoshop - sem dúvidas o melhor software de tratamento de imagens do mercado -, além de funcionar perfeitamente com os formatos PostScript, EPS e PDF, mais três crias da norte-americana Adobe Systems.

Em 2004 vem o maior tropeço da canadense: O Corel Draw é descontinuado no Macintosh, se tornando exclusivo do PC, justamente no momento em que a ascensão da Apple é notável e muitos bureaus estão trocando suas plataformas Windows pelas MacOS, deixando o mercado mais aberto ao Ai, que funciona bem nos dois "mundos".

Hoje o custo dos softwares é parecido, portanto este fator não influenciará na decisão. Muitos cursos técnicos e superiores focam no Illustrator como ferramenta principal de editoração vetorial e os novos profissionais estão nascendo preparados para trabalhar nele.

A minha sugestão é: saber utilizar os dois softwares e adequar às necessidades de cada job. Porém, é imprescindível saber fechar bem o arquivo final e trabalhar com gráficas que entendam das duas linguagens. Particularmente escolho o illustrator, seja pela estabilidade, seja bom funcionamento no Mac.

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Guia Editorial para revistas

29 de agosto 2011

<div style="width:425px" id="__ss_7718059"> <strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/rodrigocunha85/design-de-revistas-7718059" title="Design de revistas" target="_blank">Design de revistas</a></strong> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/7718059" width="425" height="355" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe> <div style="padding:5px 0 12px"> View more <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/rodrigocunha85" target="_blank">Rodrigo Cunha</a> </div> </div>

 

Fonte: comunicadores.info

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Como se fabrica uma lente Leica

29 de agosto 2011

Muito interessante e refinado o processo de fabricação de uma lente Leica.

http://comunicadores.info/2011/08/19/dia-mundial-da-fotografia-como-e-fabricada-uma-lente-leica/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+comunicadores+%28Comunicadores%29

Fonte: comunicadores.info

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QualifiQ Gráfica JB 2011.2

06 de junho 2011 Imagem do post

A nossa equipe mais uma vez partiu em busca de qualificação, e não há lugar melhor para isso do que o Projeto Qualifiq, da gráfica paraibana JB, que possui um excelente parque gráfico moderno e ágil. O tema desta vez foi "Vernizes - Acabamentos diferenciados", com palestra do técnico gráfico Célio Silva, supervisor de produtos da Overlake, principal fornecedora da América do Sul. Esta é a segunda participação da Mauricio Design no projeto.

 

Equipe

O projeto é voltado a profissionais da área de design gráfico e publicidade, assim como clientes da gráfica nos quatro principais estados em que atua: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Tão bom quanto aprender e se aperfeiçoar no treinamento é aumentar o círculo de amizades e conhecer os profisisonais que diariamente nos ajudam! Impossível não notar o profisisonalismo e o respeito que a Greafica JB tem com os seus clientes.

Sorteio

Berg

 

Nos próximos estaremos por lá novamente!

Equipe

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Plágio ou Referência?

05 de fevereiro 2011 Imagem do post

É comum, na área publicitária, surgirem uns ou outros trabalhos similares (ou até bem parecidos às vezes). E quem observa, naturalmente dispara muitas críticas aos “designs gêmeos”.

 

O que acontece é que muitas vezes elementos básicos são fundamentais em certas peças, assim, é inevitável que fiquem com algumas semelhanças. Um anúncio ou logotipo sobre medicina, por exemplo, geralmente vai utilizar tons esverdeados, cruzes da saúde ou caduceu (a famosa serpente envolvendo uma taça), assim como cafeterias trabalharão com tons de marrom, automobilismo trará nuances metálicas e peças publicitárias de construtoras  e imobiliárias estamparão famílias felizes nos seus impressos.

 

Os conceitos até podem ser parecidos, mas a execução das peças deve ser única e diferente de qualquer coisa que já exista publicado. Como saber se é única? Simples: com a mesma ferramenta que é responsável pela maioria dos plágios, a internet.

 

A WEB deve ser utilizada para estudar o que vem sendo feito e a linha a ser seguida, (trabalho feito nas décadas passadas pelos anuários, principalmente os vanguardistas japoneses); não deve servir de molde para o criativo utilizar como alicere, pois é bem provável que o “novo” layout também caia na rede e ela acabe denunciando a cópia, aí o feitiço vira contra o feiticeiro. (o clichê foi inevitável).

 

Um exemplo recente desta incógnita foi o logotipo das Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016, onde os críticos (conceituados ou não) acharam bem parecida – quiçá idêntica – à tela do pintor francês Henri Matisse (1869-1954) exposta no museu de São Petersburgo, na Rússia e também com o logotipo de uma instituição norte-americana, a Telluride Foundation, e quanto à essa comparação, quem se defende é o próprio criador do desenho, Fred Gelli.

Rio 2016tela

“Nunca tínhamos visto essa marca. No processo, fizemos uma pesquisa enorme em busca de semelhanças e referências que pudessem ser conflitantes. Essa, por alguma razão, passou batida. Existem outras com o mesmo conceito. Quando estamos falando de um grupo de pessoas se abraçando, é uma referência ancestral, está no inconsciente coletivo. Existe na arte rupestre, na arte indígena, espalhada em diferentes expressões artísticas. Quando decidimos optar por uma marca humana, queríamos traduzir o jeito carioca de ser, de abraçar quem chega. O brasileiro é o único do planeta a ter a cultura de abraçar quem nunca viu?”. Concordo com ele! E permitam-me um parênteses, a marca também tem o objetivo de representar o pão de açúcar, um dos cartões postais do Rio, para mim ficou moderna, limpa, original e bem trabalhada.

 

Aceitável é utilizar uma linha de trabalho, um artista ou os trabalhos de uma agência como referência, isso é válido e até enriquece o mercado.

 

Mas se você estiver perguntando se já aconteceu conosco caso de trabalhos parecidos respondo que sim, mas pela mesma situação de ser inevitável desviar do lugar comum, assim como já encontrei muitos anúncios bem parecidos com os nossos. Se nos queixamos? Nem um pouco, afinal  ¡Mi casa su casa!

 

Mauricio Oliveira Jr.

 

P.S.:Este texto é apenas uma opinião pessoal.

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